Enquanto a extrema direita tenta vender ódio e medo mundo afora, com Trump, Bolsonaro e seus aliados impulsionando os retrocessos que rondam a América Latina, o nosso país se ergueu.
Com o presidente Lula, somos a última grande trincheira. Somos uma fronteira e um cordão sanitário decisivo para a democracia global. E a democracia do nosso país é uma base necessária para um futuro melhor para todas as pessoas.
Porque o nosso país não nasceu para ser pequeno. Ele tem vocação para ser gigante. E a maior força do Brasil sempre foi o seu povo.
Quem acorda ainda no escuro.
Quem lota os ônibus e os trens.
Quem inventa caminhos para sustentar a casa.
Quem estuda espremido, cuida da família e teima em sonhar grande.
Se a vida ainda é dura, é porque o projeto desenhado pelos donos do poder é feito para nos sufocar. Trabalhamos muito e vivemos pouco. O povo produz a riqueza, mas ela fica concentrada nas mãos dos mesmos de sempre.
Isso não é acaso. É um sistema, uma estrutura. E uma estrutura se enfrenta de frente, com coragem e força.
Enquanto a extrema direita tenta vender ódio e medo mundo afora, com Trump, Bolsonaro e seus aliados impulsionando os retrocessos que rondam a América Latina, o nosso país se ergueu.
Com o presidente Lula, somos a última grande trincheira. Somos uma fronteira e um cordão sanitário decisivo para a democracia global. E a democracia do nosso país é uma base necessária para um futuro melhor para todas as pessoas.
Porque o nosso país não nasceu para ser pequeno. Ele tem vocação para ser gigante. E a maior força do Brasil sempre foi o seu povo.
Quem acorda ainda no escuro.
Quem lota os ônibus e os trens.
Quem inventa caminhos para sustentar a casa.
Quem estuda espremido, cuida da família e teima em sonhar grande.
Se a vida ainda é dura, é porque o projeto desenhado pelos donos do poder é feito para nos sufocar. Trabalhamos muito e vivemos pouco. O povo produz a riqueza, mas ela fica concentrada nas mãos dos mesmos de sempre.
Isso não é acaso. É um sistema, uma estrutura. E uma estrutura se enfrenta de frente, com coragem e força.
Nossos inimigos têm rosto e lado. Estão nos bancos, nas bets, nos jatinhos particulares, nos iates, nas listas de bilionários e nas big techs.
Estão lucrando com a corda no pescoço e a insegurança de quem trabalha. Estão na velha política do centrão, que negocia nossos direitos em balcões de negócios. E estão nessa extrema direita covarde, articulada e submissa à interesses de fora, que espalha mentira porque precisa esconder que o verdadeiro poder está nas mãos do povo.
A verdade profunda, que eles tanto temem, é que a refundação do Brasil não é uma promessa para o amanhã. Ela já começou.
Tudo o que temos de mais valioso neste país não foi um presente de quem está no andar de cima. Foi conquistado com o suor e com muita luta dos de baixo. Os feitos históricos que começaram a transformar a cara do Brasil carregam as nossas digitais. Reconhecer o que já avançamos é o primeiro passo para não aceitar um único milímetro de retrocesso.
É por isso que o sistema reage com tanto ódio. Eles sabem exatamente o que está em jogo. Eles têm verdadeiro pavor do que o Brasil pode se tornar. Eles não suportam a ideia de um país soberano e independente. Eles não querem um Brasil economicamente desenvolvido que, ao mesmo tempo, preserve as suas riquezas e a sua natureza. Têm pavor de um projeto de nação justo, igualitário e radicalmente democrático.
Nossos inimigos têm rosto e lado. Estão nos bancos, nas bets, nos jatinhos particulares, nos iates, nas listas de bilionários e nas big techs.
Estão lucrando com a corda no pescoço e a insegurança de quem trabalha. Estão na velha política do centrão, que negocia nossos direitos em balcões de negócios. E estão nessa extrema direita covarde, articulada e submissa à interesses de fora, que espalha mentira porque precisa esconder que o verdadeiro poder está nas mãos do povo.
A verdade profunda, que eles tanto temem, é que a refundação do Brasil não é uma promessa para o amanhã. Ela já começou.
Tudo o que temos de mais valioso neste país não foi um presente de quem está no andar de cima. Foi conquistado com o suor e com muita luta dos de baixo. Os feitos históricos que começaram a transformar a cara do Brasil carregam as nossas digitais. Reconhecer o que já avançamos é o primeiro passo para não aceitar um único milímetro de retrocesso.
É por isso que o sistema reage com tanto ódio. Eles sabem exatamente o que está em jogo. Eles têm verdadeiro pavor do que o Brasil pode se tornar. Eles não suportam a ideia de um país soberano e independente. Eles não querem um Brasil economicamente desenvolvido que, ao mesmo tempo, preserve as suas riquezas e a sua natureza. Têm pavor de um projeto de nação justo, igualitário e radicalmente democrático.
Em 1989, o Brasil lutou pela democracia.
Em 2002, escolheu incluir o povo no orçamento.
Em 2026, a decisão é se seremos donos do nosso lugar no século XXI ou se deixaremos que nos arrastem de volta para o passado. Se deixaremos que nos arrastem de volta pra posição de colônia e o nosso povo pra posição de escravizado.
Reeleger o presidente Lula é a base inegociável dessa travessia. É a garantia de que as portas continuarão abertas, é a nossa muralha contra o retrocesso.
Mas as ruas estão cobrando mais. A nossa luta não é apenas para evitar o pior. A nossa luta é para arrancar alegria pro futuro.
Para a democracia valer a pena, ela não pode ser apenas resistência.
Ela precisa também ser plena pra classe trabalhadora, pros marginalizados, pros empobrecidos, pras mulheres, pra comunidade LGBTQIA+, pra população negra e indígena.
Ela precisa encher a geladeira, garantir sossego e devolver o tempo de vida. É por isso que o Brasil precisa continuar sendo refundado. Não reformado pela superfície, mas mudado pela raiz.
Refundar é colocar a vida acima do lucro. O trabalho digno acima da exploração.O progresso pra todos acima do privilégio pra poucos.
Em 1989, o Brasil lutou pela democracia.
Em 2002, escolheu incluir o povo no orçamento.
Em 2026, a decisão é se seremos donos do nosso lugar no século XXI ou se deixaremos que nos arrastem de volta para o passado. Se deixaremos que nos arrastem de volta pra posição de colônia e o nosso povo pra posição de escravizado.
Reeleger o presidente Lula é a base inegociável dessa travessia. É a garantia de que as portas continuarão abertas, é a nossa muralha contra o retrocesso.
Mas as ruas estão cobrando mais. A nossa luta não é apenas para evitar o pior. A nossa luta é para arrancar alegria pro futuro.
Para a democracia valer a pena, ela não pode ser apenas resistência.
Ela precisa também ser plena pra classe trabalhadora, pros marginalizados, pros empobrecidos, pras mulheres, pra comunidade LGBTQIA+, pra população negra e indígena.
Ela precisa encher a geladeira, garantir sossego e devolver o tempo de vida. É por isso que o Brasil precisa continuar sendo refundado. Não reformado pela superfície, mas mudado pela raiz.
Refundar é colocar a vida acima do lucro.
O trabalho digno acima da exploração. O progresso pra todos acima do privilégio pra poucos.
Para abrir os caminhos desse novo tempo e sustentar as mudanças que o Brasil exige, precisamos de vozes do tamanho da nossa urgência. Erika Hilton não é apenas uma pré-candidata. Ela é uma deputada mais que necessária.
Ela é a força de um movimento histórico que vem de baixo. A expressão viva de um povo que cansou de ouvir o que “não dá” para fazer e decidiu buscar o que é seu por direito. Um povo que sabe que toda gente, até quem veio das vielas, das margens, dos barracos, dos escombros e das esquinas, nasceu pra brilhar. Gente é pra brilhar.
Erika pertence a uma geração que não nasceu para administrar um país injusto, mas para transformá-lo. E por isso sua liderança transcende as fronteiras do estado: Erika é uma deputada de São Paulo, mas o seu mandato pertence ao nosso Brasil. Erika Hilton nos representa!
Quanto mais forte sua a voz no Congresso Nacional, mais forte será o nosso projeto. Eleger Erika em 2026 não é pra lhe dar apenas um mandato, é pra pintar o retrato mais nítido da força que a maioria conquistou.
Ninguém vai nos entregar o Brasil de presente. Nós é que vamos precisar tomar as rédeas. Um país só vira o jogo quando o seu povo decide virar o jogo e caminhar junto.
2026 já começou: E depende da nossa organização, do pulso firme, da nossa vontade inabalável de não aceitar nada a menos do que merecemos.
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Para abrir os caminhos desse novo tempo e sustentar as mudanças que o Brasil exige, precisamos de vozes do tamanho da nossa urgência. Erika Hilton não é apenas uma pré-candidata. Ela é uma deputada mais que necessária.
Ela é a força de um movimento histórico que vem de baixo. A expressão viva de um povo que cansou de ouvir o que “não dá” para fazer e decidiu buscar o que é seu por direito. Um povo que sabe que toda gente, até quem veio das vielas, das margens, dos barracos, dos escombros e das esquinas, nasceu pra brilhar. Gente é pra brilhar.
Erika pertence a uma geração que não nasceu para administrar um país injusto, mas para transformá-lo. E por isso sua liderança transcende as fronteiras do estado: Erika é uma deputada de São Paulo, mas o seu mandato pertence ao nosso Brasil. Erika Hilton nos representa!
Quanto mais forte sua a voz no Congresso Nacional, mais forte será o nosso projeto. Eleger Erika em 2026 não é pra lhe dar apenas um mandato, é pra pintar o retrato mais nítido da força que a maioria conquistou.
Ninguém vai nos entregar o Brasil de presente. Nós é que vamos precisar tomar as rédeas. Um país só vira o jogo quando o seu povo decide virar o jogo e caminhar junto.
2026 já começou: E depende da nossa organização, do pulso firme, da nossa vontade inabalável de não aceitar nada a menos do que merecemos.
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